NEM AQUI, NEM ALI, NEM ACOLÁ

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sábado, 18 de junho de 2011

Yes, nós temos Bananeiras...

Serra Golfe Apart Hotel
Rua Coronel Antonio Pessoa, 414, Centro
Bananeiras, Paraíba 58.220-000
Telefone:         (55) 83-3367-1103
e-mail:            contato@serragolfebananeiraspb.com.br

Bananeiras cessou de ser o segredo mais bem guardado do turismo paraibano. Abençoada por um clima ameno, relevo europeu e uma história  ligada intrinsecamente aos ciclos econômicos da região e a religiosidade do seu  povo. Caminhando pelas suas ruas estreitas, cheias de casarões antigos ou por trilhas ecológicas, respirando o ar puro da sua natureza verde, o visitante sente-se em comunhão com um passado, que faz o presente tão atraente.



Condomínios, resorts e chalés em suas serras se multiplicam, pressionados pela enorme popularidade da cidade com os amantes do turismo ecológico e o ar da montanha. Investimentos do setor privado ampliaram o leque de opções de lazer com a construção de um campo de golfe acoplado a um dos condomínios.

Recentemente, a cidade resolveu o problema de acomodações de classe turística, com a inauguração do Serra Golfe Apart Hotel. Aproveitando a fachada e outras estruturas de um casarão construído no começo de século XX. O hotel possui cinquenta e cinco apartamentos, mobiliados em diversas opções de luxo e conforto.  A decoração é moderna e requintada.


Outros destaques incluem o Restaurante Sabor da Terra, com capacidade para 180 pessoas, um Solarium com Piano Bar, abertos ao público. A adega climatizada do restaurante com mais de oitenta rótulos de vinhos franceses chilenos, italianos e argentinos, entre outros.

As refeições são diferenciadas e organizadas de acordo com um calendário gastronômico favorecendo, que é uma mescla de comida regional e internacional.  De segunda a sexta-feira, oferecem almoço e jantar executivos. A partir da sexta-feira à noite, incorpora-se um delicioso cardápio regional e um Buffet de massas.

Completando o sentimento de conforto e bem estar, nada como degustar um bom vinho no Solarium, do qual o visitante tem uma vista abrangente -- desde Nossa Senhora, como os braços abertos sobre a cidade, até pequenas luzes cintilando a distância...

sábado, 9 de abril de 2011

Metrô: a melhor maneira de conhecer a cidade de Nova Iorque

A segunda maneira mais rápida, eficaz e econômica de conhecer a cidade de Nova Iorque é usar o sistema de trens subterrâneos, conhecido em Inglês como o “Subway System”. A mais barata é caminhar.

Como identificar as estações de trem

Grande parte das estações pode ser identificada por uma esfera (verde significando sempre aberta; vermelha indicando que os horários são restritos); por uma letra M num quadrado branco ou simplesmente uma entrada com uma escada, placa e nome da estação e os trens que param ali.


Horários

O metrô nunca dorme, porém o serviço regular funciona das seis da manhã à meia-noite. O movimento é menor entre 9:30 e 16:30.

Segurança

No turno noturno, use o primeiro vagão ou o do meio, onde estão o “maquinista” e o condutor, respectivamente. Nas plataformas, espere nas áreas marcadas como “Off-hour waiting area”. Tenha cuidado com objetos de uso pessoal ou bolsas e carteiras. A segurança é boa, mas sempre deve-se estar prevenido. Evite os vagões vazios.

Metrocard

Sugerimos que compre um “Metro Card”, se você optar pelo metrô. Estão a venda em máquinas localizadas próximo ou no próprio guiché de tickets da estação. São simples, modernas e relativamente fáceis de entender.


Operam no sistema “touch-screen”, similar a um caixa eletrônico do Banco Itaú. Pressione “start”, escolha inglês ou espanhol e, em seguida, MetroCard, que é o cartão magnético. Você tem duas opções: “Pay-per-ride” e “Unlimited rides”.

Na opção “Pay-per-ride”, você carrega com um valor entre US$ 4 e US$ 80; a cada viagem vai ser debitado US$ 2,25. O cartão é recarregavel.  A opção “Unlimited rides” é boa para quem vai ficar uma semana na cidade ou vai usar o metrô frequentemente. Custa US$ 27 e possibilita viagens ilimitadas.

Você pode obter o cartão com dinheiro (troco máximo fornecido pela máquina: US$ 6) ou com cartão de crédito. Dica prá quem usar cartão: a máquina vai pedir o seu zip-code (o CEP americano). Ponha qualquer número de cinco dígitos; a informação só é checada em cartões de crédito emitidos nos Estados Unidos. Além dos guichês ou das máquinas nas estações o cartão também é vendido em bancas de jornal.
              . 
Linhas do Metrô

As linhas são identificadas por letras ou números, por exemplo, o “7 train” ou o “N train”. Verifique o trem que você vai tomar e o que ele está viajando (uptown ou downtown). É muito comum que os turistas peguem o trem certo no sentido errado.

As linhas 1, 2 e 3 trafegam pelo lado oeste, saindo do South Ferry (terminal de embarque a Staten Island), mais adiante pegando a Sétima Avenida e, à altura do Central Park, enveredando pela parte final da Broadway. A linha 1 é a pinga-pinga, enquanto a 2 e a 3 param em menos estações. Turisticamente, estamos falando de Tribeca, Village, Meatpacking District, Times Square, Broadway e Lincoln Center (Columbus Circle).
As linhas 4, 5 e 6 trafegam pelo lado leste, saindo do Battery Park, pegando a Broadway no início, entrando por Nolita e Lower East Side, continuando pela Park Avenue e, depois da Grand Central Station (rua 42), seguindo sempre pela Lexington Avenue. A linha 6 é a pinga-pinga; a 4 e a 5 param em menos estações. Boas para Lower East Side, Bowery/Noho, Union Square, Grand Central Station e museus da Museum Mile (Metropolitan, Guggenheim, Whitney).

Desigadas poir as linhas designadas por letras cruzam a ilha, e as vezes possibilitam transferências. As A e C vêm do Brooklyn e já na ponta de baixo da ilha cruzam para o lado oeste. Sobem pela 8a. Avenida, e depois do Columbus Circle bordejam o lado oeste do Central Park, continuando para o norte. A linha A é expressa e serve para Brooklyn Bridge (High St.), Ground Zero, Tribeca, Village, Meatpacking, Penn Station, Rodoviária/Times Square, Columbus Circle e o museu Cloisters. Use a linha C para essas paradas (menospara  o Cloisters) e também para Soho, Broadway, Dakota e o Museu de História Natural.

A linha E tem início no Ground Zero e acompanha a A e a C pela 8a. Avenida (Soho, Village, Meatpacking, Chelsea, cercanias de Times Square e Broadway) até a rua 50, quando dá uma guinada para o leste, cruzando a ilha pela rua 53 (com uma parada na 5a. Avenida, na quadra do MoMA) e atravessando o rio para o Queens. O fim de linha é em Jamaica, onde está o aeroporto Kennedy (JFK).


As linhas B, D e F têm origem no Brooklyn e, a partir do Lower East Side, ganham a companhia da linha V (cor: laranja) Seguem então pela 6a. Avenida (Village, Empire State, Bryant Park, Rockefeller Center/Top of the Rock). A linha V termina na rua 53 (parando também na 5a. avenida junto ao MoMA), e a F, um pouco mais adiante, na rua 60.  A B e a D sobem pelo Columbus Circle e lado oeste do Central Park. D é expressa, mas a B para no Dakota e no Museu de História Natural.

Finalmente, as linhas N, Q, R e W vêm do sul (três delas, do Brooklyn) e acompanham o leito enviesado da Broadway até a Times Square (rua 42), quando então sobem pela 7a. Avenida até o Central Park, indo para o leste (até Queens) pela rua 63. A linha Q é expressa e só serve para Soho (Canal St.), Times Square e Central Park South. As outras param ao longo da avenida, incluindo Washington Square e Herald Square.

Mapa

Mapas gratuitos estão disponíveis em todos os guichês; também expostos nos vagões e estações. Neles linhas são identificadas por cores e estações por nomes. Clique nos seguintes mapas para informações precisas sobre as rotas: MAPA DA MTA ou MAPA DO SUBWAY SYSTEM.      

quinta-feira, 17 de março de 2011

Desfrutando Barcelona 0800

   Polo cultural da Espanha e da arquitetura europeia, Barcelona abriga uma grande variedade de monumentos e obras de Picasso, Dali, Miró e Gaudí. Localizados relativamente próximos, facilitando assim a organização de um roteiro turístico diferenciado e adaptável a qualquer faixa etária ou situação econômica. Quase todos os museus oferecem entrada gratuita diariamente; outros nas quartas-feiras e domingos. As atrações mais famosas e visitadas da cidade são acessíveis ao turista a preços nominais ou entrada gratuita. Recomendamos um programa incorporando as cinco melhores opções para uma visita com a duração máxima de três dias. É importante ressaltar que todas podem ser visitadas 0800, com algumas restrições, no caso do Museu Picasso. Clique no mapa, para familiarizar-se com a localização e proximidade entre elas.  
Monumento a Cristóvão Colombo
    Templo Expiatório da Sagrada Família

   A imponência e beleza do templo, embora ainda inacabado, se destacam e encantam milhares de visitantes todos os anos. A fachada do nascimento e a cripta, únicas obras realizadas por Gaudi, foram declaradas Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco em 2005, sob o titulo Obras de Antoni Gaudí. O trabalho realizado é um reflexo profundo da criatividade e fé do grande arquiteto. A coleção de desenhos, fotografias e modelos arquitetônicos expostos no museu do templo, contam sua história e guiam o andamento das obras, cuja conclusão está prevista para o ano de 2026. Os detalhes arquitetônicos e a grandiosidade do templo podem ser mais bem observados de sua parte exterior, que segundo a maioria dos guias turísticos, representa o mais interessante e mais artístico da obra. Caso o visitante queira explorar o interior e visitar o museu, a entrada custa 13 Euros. Metrô: Linea Azul L-5, Sagrada Familia.


Fachada do Nascimento
   Parque Güell

   Localizado na parte superior da cidade de Barcelona, o Parque Güell ocupa quase 20 hectares e é considerada a obra de maior envergadura de Antoni Gaudí. Construído originalmente como um condomínio tipo cidade-jardim por Eusebi Güell, um rico empresário catalão, o empreendimento não sucedeu. Converteu-se no passar dos anos em mais uma obra prima do grande arquiteto. Podem-se ver mosaicos coloridos ou colunas com formas incríveis, tudo isto em perfeita sintonia com os jardins que envolvem todo o parque. Na parte mais alta, uma magnifica vista panorâmica de Barcelona. A Unesco nomeou o Parque Güell como patrimônio da humanidade em 1984. Acesso ao parque e todas suas áreas é totalmente gratuito. Metrô: Linea Verde L-3, Lesseps.


Parque Güell 
   Fonte Mágica de Montjuic

   Um bulevar bem projetado e repleto de pequenas fontes leva o visitante ao topo da colina, onde se encontra a Fonte Mágica. O espetáculo que mistura, na medida certa, cores, luzes, movimento, música e águas acrobáticas em uma combinação deslumbrante que encanta Barcelona e seus visitantes. Construída em 1929 e reabilitada para os Jogos Olímpicos de 1992, converteu-se em um cartão postal da cidade. Sua beleza e localização estratégica em frente do Grande Palácio de Montjuic permite ao visitante uma vista privilegiada do porto de Barcelona. Pode-se desfrutar o show sentado em degraus, no chão ou em quiosques próximo a Praça Espanha. Horários, Inverno: (Outubro à Abril) – Sextas e Sábados: Das 19:00 até 21:00 h. Sessões com música: 19:00, 19:30, 20:00 e 20:30 h. Verão: (Maio à Setembro) – Quintas, Sextas, Sábados e Domingos: Das 20:00 até 00:00 h. O espetáculo é gratuito. Metrô: Linea Verde L-3, Placa Espanya.

Fonte Mágica de Montjuic

   La Boqueria

   La Boqueria, o mais vibrante mercado local, oferece o melhor dos dois mundos: pescados frescos e salgados, crustáceos e moluscos, como como também embutidos, queijos e charcutaria (prove a botifarra blanca ou negra, o salame fuet e o xoriço). Logo na entrada principal, à esquerda e à direita, mini restaurantes servem, entre tapas --aperitivos e canapés-- e ostras, refrescantes taças de espumante branco ou excelentes vinhos da região.. Além de tapas, os fregueses se deliciam com frutos do mar, sardinhas grelhadas e sanduíches de presunto cru, como o pata negra. O lugar é ideal para um almoço leve ou lanche. Recomendamos usá-lo como uma point de refeições durante suas andanças pela cidade. Informações sobre La Boqueria, clique no saite: La Boqueria. Metrô: Linea Verde - L3, Liceo.


Frutas na La Boqueria

   Museu Picasso

    Abrigando uma coleção permanente com mais de 3.600 obras de arte, o museu é uma referencia mundial sobre o trabalho de Pablo Picasso. Situado em um edifício de grande valor histórico, o Palácio Aguilar construído no século 13 é uma das grandes atrações de Barcelona, mostrando a estreita relação entre o artista e a cidade. Grande parte do acervo, todas doadas pelo artista, são obras criadas na época de sua formação e juventude. Organizada cronologicamente, a coleção inclui quadros da época de Málaga e Barcelona, da fase azul, da fase rosa e peças de cerâmica de Picasso. O museu também exibe mostras temporárias ao longo do ano.

Ciência e Caridade

   O Museu Picasso de Barcelona está aberto de terça a domingo e é fechado às segundas-feiras. Visitas guiadas gratuitas estão disponíveis. Entrada gratuita no último domingo do mês. Visitantes devem chegar cedo, as filas são enormes. Metrô: Linea Roja - L1, Arc de Triomf.

Museu Picasso

   Como chegar às atrações

   O metrô é o melhor e mais econômico meio de transporte em Barcelona. É rápido, limpo e eficaz. Mais barato do que alternativas oferecidas por agências de viagens, operadores de turismo ou motoristas de taxi. Clique no Mapa do metrô de Barcelona ou na Lista de linhas de metrô (coloridas) e com estações
.
   Clique na crônica O taxista Alberto e o compañero Gaudi, sobre nossa recente visita a cidade de Barcelona.



domingo, 6 de fevereiro de 2011

Praga com açúcar e com leveza

   Leia e releia “A Insustentável Leveza do Ser”, de Milan Kundera, antes de visitar  Praga. Esqueça também todos os pensamentos ou conhecimento que você possa ter sobre Kafka, a enorme bagunça deixada pelos comunistas ou estereótipos da cidade onde a primavera ficou triste e cinzenta, no dia 28 de agosto de 1968.



   A Praga de hoje é um cidade vibrante, cosmopolita, com restaurantes de alta qualidade;  uma nova geração de designers sofisticados e  consumidores exigentes. Apesar do passo-rápido das mudanças,  as cem torres góticas, as ruas calçadas com pedras redondas e paralelepípedos e as pontes históricas continuam lindas e bem preservadas.


   Você pode assistir as apresentações maravilhosas do Castle Gala Concerts na Basílica de São Jorge, localizada no Castelo de Praga, uma das igrejas mais antigas. Segundo restauradores aparenta ter sido construída originalmente no ano 920. Outro programa de verão inclui uma ópera na Státní Opera House, que oferece um repertório diferenciado com intérpretes de renome.


   Caminhe pelas ruas sinuosas e entre os pilares de Malá Strana (‘Pequeno Bairro’), que abrigam o Castelo de Praga (Pražský hrade), se estendendo até a margem do rio.  Mantendo a sua integridade, as ruas têm paredes velhas, vielas e becos escuros e pequenos barzinhos servem vinho e cerveja, acompanhados de jazz ou música do mundo. Clique no Mapa do Bairro Malá Strana



   Continue seu passeio até o centro do bairro, onde está a Malostranské námêstí, uma praça animada com palácios barrocos e casas renascentistas. Descendo pela Mostecká siga até a ponte conhecida com Karluv most, construída em 1357.  Um dos melhores edifícios barrocos da cidade é a igreja de São Nicolau; a igreja de Maria Vitoriosa abriga no seu interior a famosa imagem do Menino Jesus de Praga; o Muro de John Lennon, um mural repleto de imagens do ex–Beatle e a Torre Petrin, uma cópia reduzida da Torre Eiffel. Clique no Mapa da Mostecká e Igrejas


   O nome Kafka está sempre presente em cafés, lojas ou outros lugares públicos. Você entenderá muito rapidamente, o significado da frase do grande escritor sobre a cidade em que viveu a maior parte dos seus quarenta e um anos, “... Praga não deixa a gente ir embora, esta velha tem garras...”
 
  O visitante seguramente vai escapar das garras de Praga, mas nunca do pensamento de um dia voltar a vê-la...

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Setenta e duas horas em Budapeste

   Budapeste é o resultado da união de três cidades, em 1873. Buda abriga o Palácio Real e as Termas Gellért. Peste concentra o Parlamento, a Ópera, a Basílica de São Estevão e os tradicionais cafés. A terceira é Óbuda. Buda e Peste são separadas pelo rio Danúbio e ligadas por suas lindas pontes. Um passeio à noite na margem do rio, admirando a iluminação da Ponte das Correntes e a arquitetura, é um bom começo. Charles Baudelaire descreveu um flâneur como “... uma pessoa que caminha pelas ruas de uma cidade para experimentá-la...”. Peste é o paraíso dos flâneurs. Budapeste é Velho Mundo. Sua grandeza e herança cultural legitimam sua merecida designação como Patrimônio de Humanidade.



   A cidade oferece oportunidades diversas para relaxar, curtir a noite, ou simplesmente visitar uma galeria de arte. As operas são excelentes e os vinhos da região de Tokaj-Hegyalja, uma grata surpresa. Seja qual for sua opção, permita que a curiosidade seja seu guia. Os banhos romanos, principalmente o Szechenyi, são ornados, limpos e rejuvenescedores. Butiques na Rua Kiraly com roupas de design arrojado, vendidas a preço de mercado pulga. Os belos museus, que não custam um cêntimo, dão a cidade o status de ser sofisticada, moderna e velha ao mesmo tempo.



    O cenário musical de Budapeste vai de Liszt e Bartok ao Anima Sound System. Os concertos de verão são ao ar livre na Praça Erzsebet ter, a favorita da cidade. A discoteca Klub de Godor, também localizada na praça, oferece uma repertorio variado, de rap cigano ao jazz. O Piaf Klub é ideal para quem gosta de algo mais tradicional, sem pressa de chegar cedo, a melhor parte começa depois das três da manhã.  Clique no Mapa da Praça Elisabeth ter


    Depois de uma noitada, nada melhor do que café da manhã no Muvesz Kavehaz, fundado há mais de um século. Do outro lado da rua, o novo café Callas, traz uma atmosfera de Art-Deco para a praça em frente da ópera da Hungria. O café serve uma excelente combinação a preços módicos.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Amsterdã 0800

 Entre as cidades mais caras do mundo, Amsterdã oferece opções diferenciadas de atividades artístico-culturais, sem ônus para o visitante. Preservados com zelo e consciência da importância histórica da Holanda, estes monumentos e objetos de arte vislumbram uma viagem mágica pelo passado, principalmente nos séculos 15 a 17.  A arquitetura e arte do século 17 são de especial significado para os brasileiros e o Brasil, que esteve sob o domínio da Coroa Holandesa, entre os anos 1624-1655.

Recomendamos cinco lugares de maior destaque e certamente de grande valor agregado à qualquer tipo de visita a Holanda.

Galeria da Guarda Cívica (Schuttersgalerij)

Próximo à entrada do Museu Histórico de Amsterdã. Passagem coberta por um teto de vidro abriga em suas paredes, uma impressionante coleção de “portraits” de cidadãos abastadas, que serviam tradicionalmente na Guarda Cívica, nos anos de 1600s. Estes quadros são similares. O mais famoso deles, a “Ronda da Noite” de Rembrandt, encontra-se exposto no Rijksmuseum - Museu Nacional. A grande diferença é que o quadro representa um grupo de mosqueteiros, daí o outro titulo pelo qual é conhecido: Companhia de Frans Banning Cocq e Willem van Ruytenburch, respectivamente o líder e o vice-lider do grupo.


Acesso: pode-se entrar  na Galeria pelas ruas Kalverstraat 92, Sint Luceinsteeg ou através do pátio do Begijnhof (via Grote Begijnhoefsteeg, do lado esquerdo).

Endereço: Kalverstraat 92 – aberto diariamente das 10 às 17 horas. Fechado nos dias 1º de Janeiro, 30 de Abril e 25 de Dezembro.

Entrada: grátis

Begijnhof: Um lugar tranquilo no meio da cidade

A maioria dos prédios dos séculos 14, 15 e 16 tem um pátio comum no seu interior. Essas áreas são para o uso privado dos residentes, sendo só possível visitá-las através da porta de entrada de cada prédio, com o consentimento expresso do proprietário.

         Begijnhof, ou casa das mulheres castas chamadas “begines”, que fica localizada atrás dos prédios da Praça Spui, é o único pátio que pode ser visitado, sem atravessar uma das casas. A entrada é aberta ao público. 



O Begijnhof difere dos outros edifícios antigos, porque não foi fundado como propriedade privada. Operava como um convento, embora as residentes tivessem mais liberdade de pensamento e ação do que freiras convencionais. Podiam deixar a casa de livre e espontânea vontade, apesar dos seus votos de castidade e obrigação de assistir missa todos os dias.


Construída em 1465, a casa de número 34, localizada no mesmo pátio,  é a mais conservada e antiga estrutura de madeira da Holanda.

Endereço: 

Gedempte Begijnenssloot (alameda próxima ao Spui). Aberta diariamente das 9 as 17 horas. Entrada grátis.

Concertos na hora do almoço no Concertgebouw e no Muziektheater

         O Concertgebouw oferece concertos semanais, às 12:30 e duram cerca de 30 minutos. Realizam-se todas as quartas-feiras, entre os meses de Setembro a Junho. Orquestras internacionais famosas e nacionais ensaiam e fazem preparativos para o espetáculo da noite, durante  essas apresentações. 


         De Outubro a Junho, todas terças-feiras,  às 12:30, na sala  Boekmanzaal localizada no complexo Stadhuis/Muziektheather, conhecido também como  “Stopera”, são atrações permanentes a Orquestra Filarmônica, o Coral da Ópera e o Balé da Holanda.

         Entrada franca em ambas as casas.

Endereços:

Concertgebouw: Concertgebouwplein 2-6 (perto da Van Baerlestraat)
Stadhuis/Muziektheater: Amstel 1 (próximo ao Waterlooplein)

Os Jardins do Rijksmuseum

Visitar as esculturas, admirar as cercas vivas e roseirais espalhados pelos Jardins do Rijksmuseum, é possível sem pagar entrada. Durante a restauração do museu, que deve durar até 2012-13, dois dos jardins, Renascença e Barroco, permanecem abertos.



Brochuras com informações sobre a impressionante coleção de  estátuas, fontes e cinco séculos de peças de arquitetura restauradas, incluindo os pilares góticos  e os portões da cidade no século 17.

Endereço:

Jan Luijkenstraat 1 or Museumplein. Aberto diariamente das 9 às 18 horas. O Jardim Barroco é fechado nos finais de semana.

Passeio de barca pela parte mais antiga do porto

Conhecida como o IJ, a parte mais antiga do porto de Amsterdã é localizada entre o centro e o Norte da cidade. A barca para a viagem entre os dois pontos é grátis e demora cinco minutos. O trajeto para a margem Norte proporciona ao visitante uma vista histórica espetacular.


         A barca Buikersloterwegveer, opera 24 horas, partindo do píer 7 cada 7.5 minutos entre as 6:30 e 21:00 horas; cada 15 minutos nas demais horas. Uma embarcação de menor calado, o IJ-veer ferry, faz o mesmo trajeto partindo do píer 8, segundas as sextas-feiras entre 6:35 e 18:05 horas.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Designs arrojados e tendências da moda no Palermo Soho

   Palermo Soho, assim chamado por sua semelhança com os bairros de Soho e Greenwich Village, na Cidade de Nova Iorque, é parte do histórico Bairro de Palermo, em Buenos Aires. Jorge Luís Borges, um dos seus filhos mais ilustres, referia-se a área como lugar de pobreza despreocupada. Repleto de belos parques, jardins botânico e zoológico e intensa atividade artística e cultural. Artistas de todos os estilos de vida e talento coexistindo pacifica e criativamente.
 
   Mapa do Palermo Soho (clique)

   Localizado nas proximidades da Plaza Serrano, conhecida também como Plazoleta Júlio Cortázar, Palermo Soho é a parte mais antiga de Palermo. Inúmeros locais ocupados anteriormente por bodegas de vinho e casas antigas do inicio do século XX, já foram restauradas ou estão em processo de remodelação. O bairro é uma verdadeira colmeia de atividades.


   Grande parte das suas casas são hoje ocupadas por arquitetos, profissionais de design da moda, decoradores e artistas plásticos que expõem e vendem suas criações em lojas e galerias, decoradas com bom gosto e elegância.

   Palermo Soho é conhecido como o epicentro da moda moderna da Argentina. O bairro abriga um grande numero de grifes pequenas e independentes e mais de 50 boutiques vendendo criações arrojadas, representando uma variada gama de estilos e tendências.


   Além de roupas masculinas e femininas, muitas boutiques em Palermo Soho estocam velas, itens de cama e banho, calçados, joias artesanais, acessórios e muito mais.  A maneira mais eficaz de fazer compras é caminhar pelas ruas com o auxilio de mapas disponíveis em todas as lojas. É importante visitar várias boutiques, conversar com os lojistas e designers, que são geralmente muito simpáticos e atentos às necessidades dos compradores. Vários boutiques e grifes oferecem edições limitadas de algumas das suas criações. Encontrar um original para a mulher contemporânea de hoje é sempre possível.

   A melhor maneira de chegar ao Palermo Soho, especialmente ao local de maior concentração de boutiques, é tomar um taxi até a junção da Niceto Veja e Armênia, seguindo na direção da El Salvador. A distância não é longa, a caminhada agradável. Sugerimos uma parada em um café na Plaza Serrano ou restaurantes nas ruas transversais à Armênia.


   Nossas recomendações:

FFiocca,  Cabello 3650, entre Scalabrini Ortíz y Ugarteche, http://www.ffiocca.com.ar/

Jazmin Chebar, El Salvador 4702, y Gurruchaga,

Maria Cher, El Salvador 4714, entre Armenia y Gurruchaga,

Mariano Toledo - Armenia 1564, entre Honduras e Gorriti, http://www.mtoledo.com.ar/

María Martha Facchinelli - El Salvador 4741, entre Armenia y Gurruchaga, http://www.facchinelli.com/

Nadine Zlotogora - El Salvador 4638, entre Malabia y Armenia, http://www.nadinez.com/

Pesqueira - Armenia 1493 e a Gorriti,

Maria Lizaso, Armenia 1471,

No Seas Cruel, Armenia 1460,

Maria Vazquez, Honduras 4709,